terça-feira, 11 de agosto de 2009

Quais são os bichos mais "traíras" do mundo?

A parada é dura, mas provavelmente são algumas espécies de vespas que, após se desenvolverem dentro de um hospedeiro, devoram o coitado do bicho que as "acolheu". "Essas relações são chamadas de parasitoidismo. Nela, os 'invasores de corpos' vivem do hospedeiro e, ao final de seu ciclo de desenvolvimento, o devoram", explica o engenheiro agrônomo Ângelo Pallini, da Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais. Essa vampiragem no mundo animal ocorre sobretudo entre os insetos, mas certos pássaros, como o cuco Clamator glandarius, que vive na Espanha, também têm um comportamento bem "traíra". Aliás, sabe por que esse termo acabou virando sinônimo de um indivíduo traiçoeiro? Porque a traíra é um peixe que vive escondido em locais sombreados, escuros, de onde ataca de surpresa com seus dentões afiados. Sai fora! :o
ALIEN É FICHINHA!
Confira os casos mais impressionantes de trairagem entre os animais
VESPA PARALISANTE
A vespa Hymenoepimecis sp. ataca a aranha Plesiometa argyra e, após paralisá-la com veneno, injeta seus ovos no abdome do aracnídeo. Lá dentro, as larvinhas do inseto passam até duas semanas alimentando-se do sangue alheio. Nesse período, as larvas liberam uma substância química na corrente sanguínea da aranha. Ao atingir o sistema nervoso do aracnídeo, essa substância provoca mudanças comportamentais. A aranha passa a construir sua teia de forma completamente diferente do padrão circular usual. Na verdade, o que ela faz é elaborar um suporte perfeito para o casulo da parasita. Assim que a "teia" fica pronta, as larvas deixam o corpo da aranha e a devoram. Em seguida, entram no casulo para terminar seu ciclo de desenvolvimento e tornar-se uma vespa adulta.
LAGARTA-ZUMBIA
vespa do gênero Glyptapanteles gruda na lagarta Thyrinteina leucocerae, inserindo até 80 ovos em seu corpo. Após deixarem a casca, as larvinhas passam a se alimentar dos fluidos do hospedeiro. Ao atingir o estágio final de desenvolvimento, as larvas deixam o corpo da lagarta rasgando sua pele com os "dentes". A partir daí, a lagarta assume o papel de "guarda-costas" das pupas, que é o estágio intermediário entre as larvas e as vespas adultas. A ciência ainda não conseguiu decifrar o mecanismo desse fenômeno, mas o fato é que, como se fosse um zumbi, a lagarta para de se alimentar e defende as pupas até a morte, dando cabeçadas em percevejos que tentam atacá-las.
CUCOS MAFIOSOS
O cuco Clamator glandarius, comum na Andaluzia, sudoeste da Espanha, invade o ninho de outras aves, sobretudo pombos e picapaus, obrigando-os a chocar os ovos do pássaro pilantra. Se a ave hospedeira tentar jogar fora os ovos introduzidos em seu ninho, bandos de cucos partem para o ataque e, como um legítimo grupo de mafiosos, destroem os ovos da rebelde e bicam seus filhotes até a morte. Assim, com medo da retaliação, a coitada da ave acaba sendo obrigada a cuidar dos ovos do cuco. Depois de nascer, os filhotinhos dos mafiosos ainda são alimentados no ninho de suas “babás” por mais de duas semanas.
"ÓRFÃ" ASSASSINA
Em geral, formigas comem lagartas. Isso não vale para duas espécies de formigas vermelhas Myrmica. Ao achar larvas da borboleta Maculinea alcon, elas as levam cuidadosamente para o formigueiro: é que substâncias na pele das larvas fazem com que elas sejam confundidas com formiguinhas órfãs Dentro do formigueiro, as intrusas são alimentadas como se fossem larvas de formigas. Não bastasse isso, as órfãs ainda retribuem a generosa acolhida devorando as crias de suas anfitriãs. Logo antes de completar o ciclo larval e virar pupa, a lagarta escapa do formigueiro. Acredita-se que ela faça isso moldando seu odor ao das formigas de modo a confundir as guardiãs do local.
GRILO ESCRAVIZADO
Tudo começa quando um grilinho desavisado - gafanhotos também podem cair nessa - bebe água contaminada com larvas do verme Spinochordodes tellinii. Depois de ingeridas, elas vão crescendo numa boa dentro do hospedeiro. O estágio final de desenvolvimento desse verme ocorre dentro de um meio aquoso. Para tanto, o parasita “ordena” que o grilo dê um mergulho fatal em um riacho ou corpo d’água qualquer. Uma vez dentro d’água, o verme deixa o corpo do hospedeiro morto e segue sua vida adulta, procurando um parceiro para acasalar e gerar novos "monstrinhos".

Como é feita a pesca submarina?

A pesca submarina é feita sem aparelhos de respiração artificial, mas o mergulhador pode usar armas para abater os peixes. Para evitar a pesca predatória, no Brasil é proibido usar cilindro de oxigênio para a prática. A pesca submarina ocorre tanto em rios quanto no mar ou em lagos. Tudo deve ser em apneia, com a respiração presa. Por causa dos perigos, a atividade é hoje considerada um esporte radical. Um dos riscos que o pescador corre é a falta de oxigenação que acomete quem mergulha mais fundo do que deveria. Sem oxigênio, o cérebro perde o controle motor, e o corpo treme como se o mergulhador estivesse dançando. Quem não recebe socorro a tempo desmaia e pode até morrer. A vontade de mergulhar fundo já acompanha o homem há séculos, desde quando os polinésios desgastavam cascos de tartaruga até ficarem transparentes e os usavam como lentes em armações de madeira. Na Antiguidade, o azeite era usado para melhorar a visão, já que a oleosidade altera o índice de refração da água. Até Leonardo da Vinci desenhou um snorkel semelhante aos atuais. Comparadas aos equipamentos modernos de hoje, as invenções do passado parecem história de pescador! :c)
DE TIRAR O FÔLEGO
Mergulhador tem que ter paciência, roupas especiais e armas para se dar bem
INSPIRAÇÃO:Para aumentar o fôlego e conseguir ficar debaixo d’água por mais tempo, o caçador faz exercícios respiratórios na superfície. A hiperventilação, técnica de respirações lentas e profundas para oxigenar o corpo e expulsar o gás carbônico, garante até quatro minutos de fôlego submarino!
BALÉ SUBMARINO:O mergulhador não pode chegar dando tibum na água, para não assustar os peixes. Além disso, os movimentos têm que poupar energia. Por isso, ele usa uma técnica chamada golpe de rim, que lembra um balé: prende o fôlego, dobra o corpo ao meio, joga as pernas para o ar e afunda aos poucos.
À ESPERA:Perto da superfície, a técnica mais usada é a pesca de espera, que exige relativamente pouco esforço, mas muita paciência. O pescador fica imóvel e espera que os peixes curiosos se aproximem. Quando o cardume se aproxima, basta atirar e fazer a festa. Esta caça costuma abater tipos como robalo e sororoca, mas também pode ser usada mais no fundo do mar.
INVASÃO DE PRIVACIDADE:Em profundidades intermediárias, uma das técnicas usadas é a caça de toca. O mergulhador vai até a morada de peixes, como badejo e sargo, e ataca pelos lados, para pegar de surpresa. O peixe geralmente é arisco por causa de ataques anteriores. Exemplares maiores podem até matar se na fuga baterem de frente com o caçador.
MODA SUBMARINA:O mergulhador precisa estar prevenido: a roupa de neoprene protege do frio e de cortes, e máscara, luvas e botas de borracha também são indispensáveis. As nadadeiras ajudam a se deslocar. A faca serve para cortar redes ou o cinto de lastro, que dá estabilidade, mas, se pesado demais, impede uma volta à superfície rápida. A boia lá em cima avisa que existe mergulhador por perto.
DE PASSAGEM:No fundo do mar, é comum usar a técnica da pesca de passagem, que visa os peixes que sempre ficam em trânsito, como atum e dourado. Pode acontecer em águas oceânicas a até 70 metros de profundidade. A tática é a mesma da pesca de espera: passou, atirou. As armas precisam ser grandes porque os peixes nessas circunstâncias também são maiores.
TIRO AO ALVO
Com gatilhos sensíveis, armas só devem ser carregadas dentro d’água
ARBALETE:Duas tiras de borracha seguram o arpão. Com o disparar do gatilho, a borracha é solta e o arpão "voa" em direção ao peixe, mas com um fio de náilon junto. Depois do tiro, é só seguir o fio e pegar o peixe.
ESPINGARDA:Quando a arma é carregada, o compartimento de ar comprimido fica sob a pressão de um êmbolo no cano. Na hora do tiro, o ar empurra o êmbolo no sentido contrário e projeta o arpão, também preso por um fio.
TIRO AO ALVO:A melhor parte para acertar o peixe é a cabeça, sobretudo o olho, porque a morte é instantânea. Outra região vulnerável é a cauda – o arpão pega a coluna vertebral e desnorteia o bicho. O abdômen, que não prende o arpão, deve ser evitado.

Qual o melhor lado de desonrolar o papel higiênico?

Acredite, é por cima. Tudo bem, a questão é polêmica, e muitos vão dizer que não há nenhuma comprovação, digamos, “científica” disso. Porém - como você pode conferir nos dados abaixo -, os mais “avançados” testes de latrinas e mictórios indicam que, sim, esse é o método mais correto. Por exemplo, nos banheiros de hotéis – que estão entre os locais que recebem o maior número de pessoas diferentes –, o rolo fica disposto para que o papel seja desenrolado por cima. Um dos grandes fabricantes de papel higiênico do país, a empresa Santher, também afirma que essa é a melhor posição. Mas, claro, uma coisa tão íntima e pessoal não estaria imune a controvérsias. Basta você fazer uma pesquisa rápida entre amigos e familiares para checar: enquanto a maioria dos homens prefere desenrolar por cima, as mulheres optam pela posição inversa. Nos Estados Unidos, existe até um site para votar pelo americanway de colocar o papel (www.thegreatamericantoiletpaperdebate.com). Para ter uma idéia do nível de paixões que a questão pode despertar, em sua obra Minhas Mulheres e Meus Homens, o escritor Mário Prata narra o caso – hilário e real – de um casal que, após mais de 20 anos de matrimônio, se separou justamente por uma incompatibilidade de jeitos do papel! ;-)
AS VANTAGENS DE FICAR POR CIMA
POR CIMA
A ponta livre do papel é facilmente identificável, estando geralmente em repouso sobre o rolo. Mesmo se você tentar deixá-la fora do campo de visão, virada para a parede, o papel vai acabar rolando e ela ficará suspensa, mas pela frente e – ufa! – bem visível!Mesmo com apenas uma mão livre para fazer o que tem que fazer, a disposição por cima leva vantagem. Após o puxão, o rolo pára quase imediatamente, deixando a ponta livre disponível para o próximo momento de aperto.
POR BAIXO O papel já precisa estar bem desenrolado para que a ponta apareça por trás do rolo e entre no campo de visão – caso a pessoa se limpe de pé, ele deve estar mais solto ainda. E, se o rolo não estiver desenroscado o suficiente, pior: você terá que apelar para o tato para encontrar a ponta...
Muitas vezes, é preciso rasgar o papel com uma só mão, pois a outra está ocupada segurando uma camisa comprida ou um vestido. Ao dar o puxão para o lado, o rolo tende a continuar girando. Resultado: um bolo de papel desenrolado no chão.

Mundo paralelo


Ja pensaro

Que se tira o rre do carregado ,fica cagando

Super Anjo reforcado

Eba!!!!

Eba!!! mais de 105 visitas estou tão emocionado, :D, sejam seguidores , para comentar, é fácil pessoal, clique lá seja um seguidor.
Estou muito feliz